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Autocaravanas com Áreas de Serviço em Reguengos |

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O concelho de Reguengos de Monsaraz vai disponibilizar a partir do dia 19 de maio duas áreas de serviço para autocaravanas. Nesse sábado será inaugurada, pelas 16h, a Área de Serviço de Telheiro, localizada nas imediações da vila medieval de Monsaraz, e no dia seguinte, às 12h30, abre ao público a Área de Serviço de Reguengos de Monsaraz, situada junto ao quartel dos bombeiros voluntários.
Atualmente, o Município de Reguengos de Monsaraz já dispõe de locais de apoio e de estadia para os autocaravanas, nomeadamente no parque do Centro Náutico de Monsaraz, nos parques de estacionamento de Monsaraz, no Parque de Merendas de Campinho e no parque de estacionamento das Piscinas Municipais de Reguengos de Monsaraz. Com a inauguração das áreas de serviço, pretende-se aumentar a oferta disponível e proporcionar as melhores condições para todos os autocaravanistas que visitem o concelho.
Na Área de Serviço de Telheiro, os autocaravanistas poderão abastecer-se de água, usufruir de casas de banho e terão a possibilidade para despejo de águas das autocaravanas, sendo complementar aos parques de estacionamento de Monsaraz, onde já podem estacionar e pernoitar. Na Área de Serviço de Reguengos de Monsaraz existirá capacidade para estacionamento/pernoita em local fechado e com disponibilidade de eletricidade, despejo de águas, acesso a casas de banho e a abastecimento de água, complementando com o parque de estacionamento das piscinas municipais que também dispõe de espaço para estacionamento/pernoita, assim como de água e casas de banho no interior do complexo de piscinas. No parque de estacionamento do Centro Náutico de Monsaraz e no do Parque de Merendas de Campinho, ambos localizados nas margens do Grande Lago Alqueva, os autocaravanistas têm água, casas de banho e possibilidade de estacionamento/pernoita.
Para a inauguração das duas áreas de serviço, o Clube Autocaravanista Itinerante e o Município de Reguengos de Monsaraz organizam entre os dias 18 e 20 de maio um passeio autocaravanista pelo concelho. O programa da iniciativa integra visitas à vila medieval de Monsaraz, Convento da Orada, Cromeleque do Xerez, Centro Náutico de Monsaraz, Rocha dos Namorados, Centro Oleiro de S. Pedro do Corval, locais turísticos da cidade de Reguengos de Monsaraz e CARMIM – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz.
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Encontro de Idosos decorre esta 5ª feira no Concelho de Reguengos |

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O Encontro de Idosos do concelho de Reguengos de Monsaraz vai decorrer no dia 17 de maio, quinta-feira de Ascensão, também conhecido como Dia da Espiga. Este convívio terá lugar no Santuário de Nossa Senhora do Rosário, em S. Pedro do Corval, a partir das 10h00, e vai contar com a participação de todas as instituições particulares de solidariedade social do concelho na sua valência de terceira idade, mas também com a Escola Básica n.º 1 e Jardim de Infância de S. Pedro Corval, como forma de valorizar as relações intergeracionais.
Os idosos vão fazer os tradicionais ramos de espiga para cada instituição. De acordo com a tradição, o ramo de espiga deve ser pendurado durante um ano dentro de casa, na parede da cozinha ou da sala, até ser substituído pelo ramo do ano seguinte, acreditando-se que funciona como um poderoso amuleto que traz abundância, alegria, saúde e sorte.
O programa do Encontro de Idosos integra também um momento religioso na Ermida do Santuário de Nossa Senhora do Rosário, música tradicional alentejana a cargo dos alunos da EB1 de S. Pedro do Corval e uma aula de ginástica. Como no dia 17 de maio se comemora o Dia Mundial da Hipertensão, a UCC – Almoreg juntou-se a esta iniciativa e vai proporcionar rastreios gratuitos da tensão arterial a todos os participantes. A fechar o encontro haverá um lanche convívio.
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Misericórdia de Reguengos pioneira no serviço de Teleassistência |

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A Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz lançou no passado mês de Abril um novo serviço ao dispor dos seus idosos apoiados nas respostas de Apoio Domiciliário e Apoio Domiciliário Integrado – a teleassistência.
Em conjunto com a União das Misericórdias e com a PT foram instalados cinco equipamentos numa primeira fase, estando já prevista a montagem de mais equipamentos para apoio de pessoas em situação de isolamento.
Estes equipamentos funcionam como um telefone comum mas têm teclas facilitadoras das chamadas telefónicas para os filhos ou pessoas significativas, além de estarem ligados a uma Central Telefónica que ouve e atende as chamadas, sendo uma companhia e uma segurança para quem está só. O telefone tem também um colar que quando activado o botão de emergência, pode accionar os meios de socorro em casos de emergência.
Esta iniciativa pioneira em Reguengos de Monsaraz é mais uma forma de potenciar uma vida activa e mais feliz aos idosos apoiados pela Santa Casa da Misericórdia.

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Exposição "Monsaraz na História" inaugurada a 1 de Maio |

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A exposição “Monsaraz na História” abriu as comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino de Monsaraz. Esta mostra foi inaugurada no dia 1 de maio e poderá ser apreciada até 13 de julho das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30 na Igreja de Santiago, na vila medieval de Monsaraz.
Com esta exposição, o Município de Reguengos de Monsaraz pretende mostrar alguns acontecimentos da história de Monsaraz que permaneceram desconhecidos. Ao longo de cinco séculos, desde a Idade Média até meados do século XIX, factos como a instituição da Misericórdia, o Celeiro Comum, a lenda dos dotes de casamento, o texto da aclamação de D. João IV, entre outros, serão apresentados ao público através de documentos, ilustrações, fotografias e textos explicativos.
Por exemplo relativamente à aclamação de D. João IV, o documento que será apresentado marca o momento em que o secretário régio, António Paes Viegas, envia para as várias câmaras do país, entre as quais a de Monsaraz, a “alegre nova” e solicita a todos os municípios que iniciem “(…) as alegrias e demonstrações que se usam (…)” no reino para aclamação do novo monarca português.
Em 1804, D. João VI em Carta Régia enviada à Câmara de Monsaraz, determina que: “Hey por bem que nessa Villa de Monsaraz e seu termo se não possa vender vinho de fora, debaixo das penas de contrabando, enquanto houver vinho bom da produção do mesmo terreno, e se fizer a venda com sujeição à Almotaçaria e Posturas dessa Câmara, e por taxa justa sem lezão dos compradores”. Apesar da relativa importância que o plantio da vinha possuía no início do século XIX, o monarca não se coibiu de legislar no sentido de proteger não só a produção mas principalmente os produtores locais.
Outro episódio relata que a 17 de abril de 1838, a Rainha D. Maria II fez publicar no Diário do Governo uma Carta de Lei pela qual a Aldeia de Reguengos era elevada a sede de concelho, que até aí estivera secularmente em Monsaraz. As razões para esta súbita alteração são diversas, mas as mais preponderantes na decisão da rainha foram as repetidas provas de fidelidade prestadas pelos habitantes das aldeias de Reguengos a favor do trono português e da causa da liberdade, contrapondo à lealdade da população de Monsaraz aos ideais miguelistas, derrotados em 1834, após seis anos de guerra civil. Por Carta de Lei de 25 de fevereiro de 1840 a posição da Aldeia de Reguengos era novamente reforçada em relação a Monsaraz com a elevação da povoação à categoria administrativa de vila e com a nova denominação de Vila Nova dos Reguengos. Até 1851, data em que a sede de concelho é definitivamente fixada em Vila Nova dos Reguengos, o centro administrativo foi várias vezes transferido de Reguengos para Monsaraz e vice-versa devido principalmente a pressões que os partidários das duas vilas promoviam junto do poder central e regional.
Relativamente à lenda dos dotes de casamento, em Monsaraz, em 11 de abril de 1587, na sala do tabelião público e judicial, que então era Gonçalo Correia, lavrava-se uma escritura de doação de uns animais que o vaqueiro Manuel Gonçalves entregava a Nossa Senhora da Orada. A razão de tal oferta prendia-se com a veneração que o “bom vaqueiro” nutria por Nossa Senhora da Orada, “por dela ter recebido muitas mercês”. Mas a escritura estipulava ainda outra premissa, ou seja, que o rendimento do gado vacum entregue aos Frades Agostinhos Descalços da Orada deveria ser empregue na constituição de dotes de casamento para as raparigas órfãs do termo de Monsaraz. No século XX, a Câmara do concelho de Reguengos de Monsaraz ainda inscrevia nos seus orçamentos para os anos de 1937 e 1938 uma verba que se destinava para os dotes de casamento das donzelas de Monsaraz. O dinheiro, esse, já não vinha da venda do gado como estipulara Manuel Gonçalves quatro séculos antes, mas do cofre municipal e dos contribuintes.
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Exposição coletiva de pintura apresenta tradições, gentes e paisagens do Alentejo na vila medieval de Monsaraz |

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A exposição “Olhar d’Alentejo”, das pintoras Susete Bento, Rosa Veladas, Conceição Marino e Solange Pisco, vai estar patente entre os dias 6 de abril e 27 de maio na Casa Monsaraz, na vila medieval de Monsaraz. Esta mostra organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz pode ser apreciada todos os dias entre as 10h e as 12h30 e das 14h às 17h30.
As quatro pintoras deram na sua maioria os primeiros passos na pintura com o pintor Victor Cameirão, tendo já participado numa exposição utilizando o grafite e aguarelas. Nesta mostra integrada no ciclo de exposições Monsaraz Museu Aberto são apresentados 20 trabalhos a acrílico sobre tela, verificando-se claramente a evolução das artistas, onde cada imagem permite sentir as emoções transmitidas por uma paleta, numa imensidão de cor e luz.
Victor Cameirão diz que a exposição coletiva “Olhar d’Alentejo” “transporta-nos para uma visão do Alentejo onde as paisagens se (con)fundem com os cheiros das ervas, se retratam trabalhos sazonais e se revisitam utensílios e materiais, transmitindo-nos igualmente a calma de cada recanto, de cada local”. O pintor afirma que a mostra “respira história, entre paisagens, gentes e tradições próprias do Alentejo, a originalidade dos tempos que já lá vão e que são as memórias de um povo que foram matriz da nossa cultura. É a paisagem variada que obriga o nosso olhar a fixar-se tanto em montes e cabeços como em planícies que só terminam num horizonte longínquo”.
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